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| Foto: Divulgação |
Com informações do Limoeiro Hoje
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| Foto: Divulgação |
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) alerta partidos políticos, federações, coligações, candidatas, candidatos e apoiadores para os cuidados com o uso de fogos de artifício durante comícios, carreatas, passeatas e outros atos de campanha.
A orientação consta da Nota Técnica Conjunta nº 01/2026, que reúne parâmetros para auxiliar juízas e juízes eleitorais na organização e fiscalização das Eleições 2026. O documento destaca que a legislação eleitoral proíbe propaganda que perturbe o sossego público por meio de instrumentos sonoros ou sinais acústicos, inclusive os provocados por fogos de artifício.
O TRE-PE chama atenção para os impactos provocados pelos estampidos dos fogos, que pode afetar especialmente pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) ou hipersensibilidade sensorial, pessoas idosas e crianças, além de causar sofrimento a animais. Na Nota Técnica, o TRE-PE acolheu uma sugestão da OAB-PE sobre o tema.
Além das regras eleitorais, devem ser observadas as restrições previstas na legislação estadual e nas normas municipais. Em Pernambuco, a Nota Técnica cita expressamente a Lei Estadual nº 15.736/2016, que disciplina a utilização, a queima e a soltura de fogos de artifício e de artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso.
A legislação estadual proíbe o uso de fogos de artifício das classes C e D que produzam estampidos, como determinados foguetes, baterias, morteiros e outros artefatos de maior potência sonora. A restrição não alcança os chamados fogos de vista, que produzem efeitos visuais sem estampido, nem artefatos de baixo ruído.
A recomendação é que as campanhas adotem alternativas que permitam a realização das manifestações eleitorais com respeito ao sossego público e às pessoas e animais mais sensíveis aos estímulos sonoros.
Irregularidades relacionadas a este tema podem ser denunciadas pelo aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Para saber mais sobre o aplicativo, assista ao vídeo no canal no YouTube da Justiça Eleitoral.
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do Blog Ney Lima
O famoso som do “pilili”, que marca o fim da votação, pode ser ensaiado antes de o eleitor ir às urnas em outubro.
Para isso, a Justiça Eleitoral disponibiliza na internet um simulador de votação interativo que reproduz a urna eletrônica e permite treinar o voto antes do pleito.
A ferramenta ajuda a conhecer a ordem dos cargos, testar as teclas “Corrige” e “Branco” e ganhar agilidade na hora de votar. Neste ano, serão escolhidos seis cargos: deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente da República.
Ao acessar a ferramenta, o usuário escolhe o turno da eleição e passa a votar em candidatos e partidos fictícios, como “Partido dos Esportes”, “Ritmos Musicais” e “Festas Populares”.
Se houver erro na digitação, o sistema exibe uma mensagem explicando como corrigir o voto. Também é possível votar em branco e repetir o treinamento quantas vezes quiser.
O simulador oferece ainda recursos de áudio para facilitar o uso por pessoas com deficiência visual.
| Vítimas de incidentes com tubarão no Recife colocam próteses em tratamento de reabilitação - Foto: Instagram @ortopediaboaviagem/Cortesia |
As duas vítimas de incidentes com tubarões em Pernambuco em maio e junho deste ano receberam próteses para seguirem com a adaptação à nova vida.
João Lucas Castor Nemezio Sales, de 11 anos, e Marcela Vitória de Lima, 19, tiveram membros amputados enquanto mergulhavam, respectivamente, nas praias de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, e de Boa Viagem, na Zona Sul da cidade.
A evolução do tratamento foi publicada nas redes sociais pela clínica Ortopedia Boa Viagem, localizada no bairro da Boa Vista, Centro da capital. O perfil também chegou a compartilhar vídeos das sessões de fisioterapia com ambos e os trabalhos regenerativos que foram feitos.
Em entrevista à Folha de Pernambuco, o fisioterapeuta Tiago Bessa, que atuou e acompanhou de perto o tratamento dos dois, explicou o processo de reabilitação pelo qual uma pessoa precisa passar até a colocação das próteses.
Segundo o especialista, a reabilitação é individualizada, e, portanto, varia de paciente para paciente. No primeiro momento, é feito um trabalho de controle de dor, seja no membro "fantasma" -aquele que já não está mais no corpo do paciente- ou não.
Depois disso, há um fortalecimento do membro residual, chamado de "coto de amputação", para que o corpo possa drenar o edema deixado.
"A gente trabalha a mobilidade do paciente, das articulações, a força e o ganho de força muscular, que são muito importantes para o equilíbrio. A preparação do paciente de uma forma geral para poder receber essa prótese. Nessa avaliação inicial, a gente vai sugerir os tipos de próteses que são indicados para o paciente, por exemplo, tipos de joelhos, tipos de encaixes da prótese", afirmou o fisioterapeuta.
"Existem uma variedade muito grande de joelhos, de pés, de tipos de encaixe. A gente considera esses encaixes como uma das partes principais da prótese, onde o corpo do paciente, a região residual, vai se conectar com a prótese. Então tem que ser muito confortável com um critério muito grande para esse paciente poder colocar carga dentro dessa prótese de forma confortável", destacou.
Uma vez que a prótese seja confeccionada, é feita uma série de exercícios de transferência de peso. Isso tudo varia, claro, da tolerância do paciente, já que é um processo que exige muito física e mentalmente.
"É importante salientar que todo o processo, a gente procura respeitar o tempo de cada paciente. Tem paciente que vai demorar um pouco mais a caminhar sem as muletas, alguns outros pacientes vão caminhar um pouco mais rápido sem as muletas, então a gente respeita e estabelece algumas metas possíveis, e sempre criando um ambiente na clínica de segurança, de confiança, para que ele possa ir evoluindo de uma forma natural", explicou.
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| Vítimas de incidentes com tubarão no Recife colocam próteses em tratamento de reabilitação | Foto: Instagram @ortopediaboaviagem/Cortesia |
Nos casos de pacientes que passaram por experiências traumáticas, o cuidado exige uma atenção redobrada. Ainda assim, poder contribuir para a reabilitação dessas pessoas, segundo o especialista, é um privilégio.
"Participar desse processo de reabilitação é uma grande responsabilidade e um privilégio. A gente poder contribuir de alguma forma para que esse paciente se recupere, se reabilite e possa voltar para as suas suas atividades rotineiras de forma natural e adaptada muitas vezes", disse.
Relembre os casos
Em 31 de maio, João Lucas Castor Nemesio Sales, de 11 anos, foi mordido por um tubarão-cabeça-chata na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, e teve a perna esquerda amputada.
Um dia depois, em 1° de junho, Marcela Vitória de Lima Santos, de 19 anos, foi mordida por um tubarão da espécie tigre. Ela teve a perna direita amputada pelo próprio animal.
Com os dois casos, Pernambuco acumula um total de 84 incidentes com tubarões desde 1992, quando os dados começaram a ser contabilizados pelo Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit).
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações da Folha de Pernambuco
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do Blog Santa Cruz Online
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