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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Deputado Edson Vieira defende Miguel Coelho para o Senado e reforça apoio à chapa de Raquel Lyra


O deputado estadual Edson Vieira (Podemos) voltou a defender o nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, para disputar uma vaga no Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Um dos principais representantes políticos do Polo de Confecções na Assembleia Legislativa, Edson tem reafirmado que Miguel reúne as credenciais necessárias para representar Pernambuco no Congresso Nacional.

Segundo o parlamentar, Miguel Coelho construiu uma trajetória marcada por resultados, capacidade de gestão e diálogo com todas as regiões do estado, características que fortalecem sua candidatura ao Senado.

"Tenho defendido o nome de Miguel porque ele já mostrou sua competência como deputado estadual e, principalmente, como prefeito de Petrolina, onde realizou uma transformação reconhecida por toda Pernambuco. É um líder preparado, conhece a realidade do nosso estado, tem uma relação muito próxima com o Agreste e, especialmente, com o Polo de Confecções. Além disso, levou sua força política para o projeto liderado pela governadora Raquel Lyra. Tenho certeza de que Pernambuco ganhará um grande senador. Miguel, conte com o apoio do nosso Agreste", afirmou Edson Vieira.

Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco


quinta-feira, 4 de setembro de 2025

Chapa do MDB em Frei Miguelinho/PE pode ser anulada após denúncia de fraude eleitoral

 

O diretório municipal do MDB de Frei Miguelinho/PE, e que tem como representante na Câmara um vereador em exercício, pode enfrentar a cassação integral de sua chapa proporcional das eleições de 2024.

A medida extrema decorre de uma investigação que apura suposta fraude à cota de gênero, prevista no artigo 10, §3º, da Lei nº 9.504/97, que obriga os partidos a reservarem o percentual mínimo de candidaturas femininas.

Segundo informações, uma candidatura feminina lançada pelo partido teria sido apenas fictícia, levantando fortes indícios de fraude. O nome da candidata não foi divulgado por estar sob segredo de justiça, mas os elementos apontados no processo seguem a jurisprudência consolidada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os principais indícios de fraude são:

Votação inexpressiva: a candidata obteve pouquíssimos votos, revelando a inexistência de esforço real para conquistar o eleitorado.

Ausência de atos de campanha: não houve propaganda, distribuição de materiais gráficos nem divulgação em redes sociais ou outros meios de comunicação.

Desistência informal e apoio a adversário: durante o período eleitoral, a candidata abandonou o grupo do MDB para apoiar um candidato adversário — justamente o eleito no município — reforçando o caráter simulado de sua candidatura.

Com esses elementos, a situação evidencia que o registro da candidatura não tinha como objetivo participar efetivamente do processo democrático, mas apenas cumprir formalmente a cota exigida em lei e, assim, garantir a presença da chapa na disputa proporcional.

Consequências possíveis

A posição do TSE é clara: quando a fraude à cota de gênero é comprovada, todos os votos da chapa são anulados, os diplomas dos eleitos e suplentes são cassados e os envolvidos diretamente podem ter a inelegibilidade declarada.

Se a Justiça Eleitoral confirmar a irregularidade, a decisão poderá alterar o cenário político de Frei Miguelinho, impactando diretamente a composição da Câmara Municipal.

Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco

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