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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Polícia Civil prende em Toritama investigada por suspeita de integrar esquema de fraudes bancárias


 
A Polícia Civil de Pernambuco cumpriu, na manhã da última quinta-feira (10), mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra uma mulher investigada em Toritama, no Agreste. A ação faz parte da Operação “Linha Direta”, conduzida pela Polícia Civil de Goiás.

As ordens judiciais foram expedidas pelo 1º Juízo das Garantias da Comarca de Goiânia e cumpridas por investigadores da Delegacia de Polícia Civil de Toritama, por volta das 5h.

Segundo a polícia, os agentes seguiram até o endereço indicado na decisão judicial, informaram a moradora sobre os mandados e realizaram buscas no imóvel.

Durante a ação, foram apreendidos dois aparelhos celulares pertencentes à investigada. Nenhum material ilícito foi encontrado na residência.

De acordo com a Polícia Civil, o cumprimento das ordens ocorreu de forma pacífica. A investigada teria fornecido voluntariamente as senhas dos aparelhos apreendidos e colaborado com os procedimentos realizados pelos policiais.

Após o cumprimento do mandado de prisão temporária e dos procedimentos de custódia, a mulher foi encaminhada ao Presídio de Buíque, onde permanecerá à disposição da Justiça. 

Investigação apura estelionato e organização criminosa

A Operação “Linha Direta” investiga possíveis crimes de estelionato e organização criminosa.

Segundo as informações policiais, o grupo investigado teria utilizado fraudes envolvendo contas bancárias de terceiros para realizar pagamentos de boletos relacionados a IPVA, ICMS e outros tributos, obtendo vantagens ilícitas.

As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil de Goiás, com apoio da Delegacia de Polícia Civil de Toritama.

Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do Blog Santa Cruz Online


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Quadrilha investigada por homicídios, tráfico e extorsão é alvo de operação no Grande Recife

Quadrilha investigada por homicídios, tráfico e extorsão é alvo de operação no Grande Recife (Ascom/PCPE)

Uma organização criminosa investigada por homicídios, tráfico de drogas, extorsão, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro é alvo da Operação Revocatio, deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco na manhã desta quarta-feira (12). Ao todo, são cumpridos nove mandados de prisão e dois de busca e apreensão, além de ordens de sequestro de bens e bloqueio de ativos financeiros.

As ações ocorreram no Recife, Igarassu, Abreu e Lima e Jaboatão dos Guararapes. As ordens judiciais foram expedidas pela 12ª Vara Criminal da Capital.

De acordo com a Polícia, as investigações começaram em agosto de 2023, após um homicídio no bairro do Totó, na Zona Oeste do Recife. Segundo a Polícia Civil, o aprofundamento das apurações identificou uma organização criminosa armada com atuação no Totó, Curado I e áreas próximas.

De acordo com a investigação, o grupo estaria envolvido em homicídios relacionados à disputa territorial pelo controle do tráfico de drogas. A ação contou com o apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (Dintel), da Gerência de Inteligência e Segurança Orgânica da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (GISO/SEAP-PE) e da Polícia Civil da Paraíba.

Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do Diário de Pernambuco


quarta-feira, 6 de maio de 2026

Operação em quatro cidades mira quadrilha investigada por prejuízo de mais de R$ 132 milhões em sonegações e fraudes fiscais

Materiais apreendidos na Operação Cortina de Fumaça, em quatro cidades de Pernambuco — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma quadrilha que praticava crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, causando prejuízo superior a R$ 132 milhões, foi alvo da Operação Cortina de Fumaça. Na manhã desta quarta-feira (6), foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão em quatro cidades: Recife e Camaragibe, na Região Metropolitana; Caruaru e Bezerros, no Agreste.

A operação também cumpriu ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, de monitoramento eletrônico e de suspensão do exercício de atividade comercial. Tanto essas ordens judiciais contra empresas da quadrilha investigada quanto os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Vara dos Crimes contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife.

Entre os materiais apreendidos, estão carros, celulares, notebook e pen-drives. Desde junho de 2023, a quadrilha é investigada pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Pernambuco (Cira), formado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e pela Secretaria de Defesa Social (SDS), Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Secretaria da Fazenda (Sefaz).

Em nota, o comitê explicou como funcionava o esquema criminoso investigado:

  • Empresas fictícias foram criadas para a "prática reiterada da sonegação fiscal, mediante a emissão de notas fiscais visando a acobertar a circulação de mercadorias vendidas por terceiros sem emissão de notas fiscais idôneas";
  • A quadrilha agia por meio da "prestação de serviço ilegal para regularizar estoques de outros contribuintes que tenham adquirido mercadorias desacompanhadas de notas fiscais ou que tenham simulado vendas de mercadorias que, na verdade, não adquiriram";
  • O objetivo do grupo criminoso era "justificar gastos que efetivamente não ocorreram, ou mesmo 'fabricar' créditos tributários fictícios, visando a suprimir impostos".

"O somatório dos débitos fiscais regularmente constituídos das empresas laranjas vinculadas à organização criminosa, bem como de empresas supostamente regulares também investigadas, ultrapassa R$ 132.027.362,04, afora diversos outros lançamentos tributários que estão em processamento e poderão se tornar definitivos", disse o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Pernambuco.

Outras informações sobre a investigação e a Operação Cortina de Fumaça serão divulgados em uma coletiva de imprensa a ser realizada, na manhã da quinta-feira (7), no bairro de São José, no Centro do Recife, segundo o MPPE.

Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do G1 Pernambuco

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Prefeitura das Vertentes/PE cria comissão para decidir sobre denúncia investigada pelo Ministério Público

Foto: Divulgação

A Prefeitura das Vertentes, no Agreste de Pernambuco, publicou a Portaria nº 143/2026 que institui uma Comissão Administrativa Especial para analisar um procedimento relacionado à Notícia de Fato nº 01791.000.157/2025, em tramitação no Ministério Público de Pernambuco.

PORTARIA PORTARIA 143/2026

A medida foi assinada pelo prefeito Israel Ferreira de Andrade e transfere a decisão final sobre o caso a um grupo de servidores efetivos, após recomendação jurídica que apontou impedimento do chefe do Executivo.

O procedimento no Ministério Público teve origem em uma representação que relata suposta conduta irregular atribuída a servidoras municipais.

De acordo com a gestão, uma apuração preliminar já foi realizada internamente, com análise da Procuradoria do Município. O parecer jurídico concluiu que, até o momento, não há elementos suficientes para abertura de sindicância ou Processo Administrativo Disciplinar (PAD).

Apesar disso, o caso segue sob análise administrativa.

Um dos pontos centrais da portaria é o afastamento do prefeito da decisão sobre o caso. A medida ocorre após recomendação da Procuradoria Municipal, em razão de vínculo de parentesco em linha reta com uma das servidoras citadas na denúncia.

Com isso, a decisão foi encaminhada a uma comissão independente, como forma de garantir imparcialidade, transparência e segurança jurídica.

A Comissão Administrativa Especial será composta exclusivamente por servidores públicos estáveis:
  • Lucas Ferreira de Arruda – presidente
  • Mércia de Lima Apolinário
  • José Almir Alves Barbosa

O grupo será responsável por conduzir a análise final do expediente administrativo.

A comissão terá o prazo de 10 dias úteis para concluir os trabalhos, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período.

Ao final, será emitida uma decisão formal, que será anexada ao processo administrativo e encaminhada para as providências cabíveis.

Mesmo com o entendimento inicial da Procuradoria pela ausência de provas suficientes, a portaria deixa claro que o procedimento poderá ser reaberto a qualquer momento, caso surjam novos elementos que indiquem possível irregularidade.

O desfecho agora ficará sob responsabilidade do colegiado designado, que deverá emitir posicionamento técnico e conclusivo sobre o caso.

Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do Diário Oficial dos Municípios

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