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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Anvisa determina recolhimento de lote de água Crystal após detecção de bactéria

Medida atinge garrafas de 500 ml distribuídas em quatro unidades da federação; consumidores devem verificar o número do lote e interromper o uso do produto.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento voluntário e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de um lote da água mineral natural sem gás da marca Crystal após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras do produto.

A medida envolve o lote P 200126, produzido pela Mineração Bom Jesus Ltda., em Luziânia, Goiás. O lote possui validade até 20 de janeiro de 2027 e foi distribuído para o Distrito Federal, Goiás, São Paulo e Tocantins.

De acordo com a empresa, foram produzidas 374,4 mil garrafas de 500 ml. A maior parte foi comercializada no Distrito Federal, além de cidades goianas, paulistas e tocantinenses.

A investigação teve início após uma coleta de rotina realizada pela Vigilância Sanitária do Distrito Federal. A análise laboratorial confirmou a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, resultado posteriormente validado por contraprova oficial.

Consumidores que possuírem unidades do lote afetado devem verificar a identificação impressa no corpo da garrafa. Caso o número P 200126 seja confirmado, a orientação é interromper imediatamente o consumo e entrar em contato com o serviço de atendimento da empresa para solicitar substituição ou reembolso.

Segundo a fabricante, o recolhimento é preventivo e voluntário. A empresa informou ainda que realizou mais de 300 análises em produtos e etapas do processo produtivo, sem novas detecções de contaminação, e estima que cerca de 99,2% das unidades do lote já tenham sido retiradas do mercado.
 
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações do Blog Estação Notícias
 

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Anvisa proíbe substâncias utilizadas em unhas de gel

Imagem gerada com IA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta quarta-feira, a proibição do óxido de trimetilbenzoil difenilfosfina (TPO) e da dimetiltolilaminao (DMTA), substâncias usadas para unhas em gel. De acordo com o órgão, a medida busca "proteger a saúde da população contra riscos de câncer e problemas reprodutivos".De acordo com o órgão, a medida busca "proteger a saúde da população contra riscos de câncer e problemas reprodutivos". A proibição das duas substâncias se aplica a qualquer produto cosmético que as contenha.

Em nota, a autarquia diz que estudos internacionais com animais indicaram que o TPO pode prejudicar a fertilidade, e que a DMTA tem potencial cancerígeno.

Desde 1º de setembro, as substâncias também foram proibidas na União Europeia devido às mesmas evidências de possíveis danos às pessoas que usam esses produtos e aos profissionais que trabalham com eles.

"Com a decisão, o Brasil se alinha aos padrões de segurança da União Europeia, que também baniu recentemente esses ingredientes. A medida impede que produtos considerados inseguros em outros países sejam comercializados aqui", diz a Anvisa.

O TPO é usado como um fotoiniciador. Quando exposto à luz UV ou LED, inicia a reação de polimerização de géis e esmaltes. Já a DMTA age para aumentar a fixação e a durabilidade dos produtos.
 
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco 
Com informações da Folha de Pernambuco

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