A oposição conseguiu impedir nesta quarta-feira (2/9) a votação, no plenário do Senado, da PEC 221/2019. A Proposta de Emenda à Constituição prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.
A articulação foi reconhecida pelo próprio líder do Governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). Ele atribuiu ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), o protagonismo na obstrução.
A PEC havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sob relatoria do senador Omar Aziz (PSD-AM), e chegou a ter aprovado requerimento para tramitação em calendário especial. A expectativa era de que pudesse ser apreciada pelo Plenário ainda durante o esforço concentrado desta semana.
Mas, diante da articulação da oposição e da avaliação de que o governo não tinha segurança sobre os votos necessários, a votação acabou não acontecendo.
Em entrevista após o encerramento da sessão, Randolfe reconheceu que a oposição foi bem-sucedida na estratégia de impedir a apreciação da proposta.
Segundo Randolfe, a ofensiva da oposição envolveu mobilização de parlamentares e setores contrários à PEC. O líder do governo citou nominalmente Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho como responsáveis pela articulação que dificultou a votação.
“Essa circunstância da proposta de emenda constitucional do fim da escala 6×1 teve um movimento da oposição bem-sucedido, de obstruir essa votação. Foi bem-sucedido pela articulação feita pelo senador Flávio Bolsonaro, pela articulação feita pelo líder da oposição, senador Rogério Marinho”.
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações da BNC Amazonas
A articulação foi reconhecida pelo próprio líder do Governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). Ele atribuiu ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), o protagonismo na obstrução.
A PEC havia sido aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sob relatoria do senador Omar Aziz (PSD-AM), e chegou a ter aprovado requerimento para tramitação em calendário especial. A expectativa era de que pudesse ser apreciada pelo Plenário ainda durante o esforço concentrado desta semana.
Mas, diante da articulação da oposição e da avaliação de que o governo não tinha segurança sobre os votos necessários, a votação acabou não acontecendo.
Em entrevista após o encerramento da sessão, Randolfe reconheceu que a oposição foi bem-sucedida na estratégia de impedir a apreciação da proposta.
Segundo Randolfe, a ofensiva da oposição envolveu mobilização de parlamentares e setores contrários à PEC. O líder do governo citou nominalmente Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho como responsáveis pela articulação que dificultou a votação.
“Essa circunstância da proposta de emenda constitucional do fim da escala 6×1 teve um movimento da oposição bem-sucedido, de obstruir essa votação. Foi bem-sucedido pela articulação feita pelo senador Flávio Bolsonaro, pela articulação feita pelo líder da oposição, senador Rogério Marinho”.
Da redação do Blog Raio do Agreste de Pernambuco
Com informações da BNC Amazonas

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